Sapadores florestais de Dão Lafões fizeram silvicultura preventiva em 230 hectares

25.01.2021 |

Mais de 230 hectares foram intervencionados em ações de silvicultura preventiva pelas Brigadas de Sapadores Florestais da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões durante 2020, disse hoje esta entidade.

Em comunicado, a CIM refere que, “no âmbito destas ações, foram intervencionados ao nível do serviço público 130,82 hectares inseridos nas faixas de gestão de combustível de rede primária, distribuídos pelos perímetros florestais de São Salvador, Serra de Leomil, São Miguel e São Lourenço, Seixo e Faixo”.

Os restantes 102,6 hectares referem-se a ações de silvicultura realizadas “nas faixas de gestão de combustível da rede viária e em redor de zonas industriais”, nos municípios de Aguiar da Beira, Oliveira de Frades, Vila Nova de Paiva, Viseu, Castro Daire e São Pedro do Sul, acrescenta.

Segundo a CIM, “estes trabalhos visam não só contribuir para a diminuição da carga de combustível, tornando o território mais resiliente a incêndios rurais, mas também facilitar o acesso de veículos de combate a incêndios rurais”.

As Brigadas de Sapadores Florestais da CIM Viseu Dão Lafões são constituídas por 21 elementos e seis viaturas e têm bases em Castro Daire e Sátão.

Durante julho, agosto e setembro, estas brigadas realizaram também ações de vigilância e de apoio ao combate e rescaldo, no âmbito da deteção e supressão de incêndios florestais, num total de 53 dias.

“A opção estratégica desta CIM na constituição das Brigadas de Sapadores Florestais, assim como a criação do Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal, tem-se revelado fundamental na defesa e resiliência da nossa floresta”, considera o secretário executivo da CIM, Nuno Martinho.

O responsável recorda que, em 2020, estas brigadas “não só contribuíram, de forma decisiva, para a conservação da biodiversidade” do território, como também “foram mobilizadas para integrar estruturas de combate a incêndios, noutras regiões do país, sendo este o mais forte indicador do valor acrescentado que agregam à comunidade enquanto agentes de proteção civil”.

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